POSTAGENS
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
19) O Bolo... Leia... vale a pena!
O Bolo
Meu irmão e eu, ao regressarmos
da escola, chegávamos em casa, sempre com muita fome, e devorávamos tudo o que
tinha pela frente, sem pensarmos um no outro; avançávamos no alimento sem
pensar em dividir um com o outro. Nossa mãe observava, mas não dizia nada.
Um dia, como
eu pedisse à minha mãe, alguma coisa para comer, ela colocou na mesa da
cozinha, diante de nós, meio bolo.
Colocando uma faca ao lado do bolo, disse:
- Um de vocês vai cortar o bolo,... mas o outro vai poder escolher, em
primeiro lugar, o seu pedaço.
Meu irmão, querendo se fazer de esperto, pegou logo a faca, e, ia,
evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.
Mas, de
repente, parou... Olhando primeiramente para nossa mãe, e, depois para mim,
cortou o bolo exatamente no meio.
E, esperou
que eu me servisse.
Qualquer
pedaço que eu escolhesse daria no mesmo, nenhum de nós sairia prejudicado.
E, comemos,
alegremente, as porções idênticas.
Desde então,
fosse o que fosse que houvesse a repartir, - pão com manteiga, doces, pastéis,
bolos ou balas - tudo era sempre dividido conscienciosamente em partes iguais.
Isso nos ensinou um respeito que nunca conheceu arrefecimento para com
os direitos daqueles com que tínhamos que compartilhar alguma coisa.
(Os pediatras fazem a raça dos atletas, mas os professores constroem
a comunidade dos
homens de bem.
Agar
do livro ...
"E Para O Resto Da Vida" (Wallace Leal V. Rodrigues)
È uma historia simples... mas,... Pense sobre ela...
18) Desigualdade Das Riquezas - ótimo!
Desigualdade Das Riquezas
A desigualdade das riquezas é um desses problemas que se procura resolver em vão, desde que se considere apenas a vida atual.
A
principal questão que se apresenta é esta:
-
Porque todos os homens não são igualmente ricos?
Eles
não o são por um razão muito simples:
- Porque não são igualmente inteligentes,
ativos e laboriosos para adquirir, nem moderados e previdentes para conservar.
Está matematicamente demonstrado que, se a riqueza fosse igualmente repartida, daria a cada qual um parte mínima e insuficiente;
supondo-se que essa divisão fosse feita, o equilíbrio seria rompido em pouco tempo, pelas diferenças de qualidade e de aptidões de cada um; que se isso fosse possível e durável, cada um tendo somente o necessário para viver, resultaria na destruição de todos os grandes trabalhos que contribuem para o progresso e bem-estar da Humanidade;
Que, ao supor que ela daria a cada um o necessário, não haveria mais o estímulo que impulsiona o homem às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis.
Se Deus a concentra em certos pontos, é para que dali ela se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades.
Admitindo-se isto, pergunta-se:
- Porque Deus a dá a pessoas incapazes de fazê-la frutificar para o bem de todos?
É novamente uma prova da sabedoria e da bondade de Deus.
Dando ao homem o livre-arbítrio, quis que ele chegasse, por sua própria ação, a estabelecer a diferença entre o bem e o mal, de tal forma que a prática do bem fosse o resultado de seus esforços, e de própria vontade.
O homem não deve ser conduzido fatalmente nem ao bem, nem ao mal, porque seria apenas um ser passivo e irresponsável, como os animais.
A riqueza é um meio de colocá-lo à prova moralmente; mas como ela é, ao mesmo tempo, um poderoso meio de ação para o progresso, Deus não quer que ela fique por muito tempo improdutiva, e eis porque a transfere incessantemente.
Cada qual deve possuí-la para aprender a utilizá-la, e demonstrar que uso dela saberá fazer.
Mas, há uma impossibilidade material de que todos a possuam ao mesmo tempo. Se todas as pessoas a possuíssem, ninguém trabalharia, e o melhoramento da Terra sofreria com isso.
Essa é a razão de cada um a possuir por sua vez. Desta maneira aquele que hoje não a tem, já teve ou a terá em uma outra existência, e outro que a tem agora poderá não ter mais amanhã.
Há ricos e pobres, porque Deus, sendo justo como é, determina a cada um trabalhar por sua vez.
A pobreza é para uns a prova de paciência e resignação; a riqueza é para outros, a prova de caridade e abnegação.
Lamenta-se, com razão, o péssimo uso que algumas pessoas fazem de suas riquezas, as vergonhosas paixões que a cobiça desperta, e pergunta-se:
- Deus é justo ao dar a riqueza a tais pessoas? É claro que, se o homem tivesse apenas uma existência, nada justificaria tal repartição dos bens da Terra; entretanto, se ao invés de limitar sua visão à vida presente, considerar o conjunto das existências, vê que tudo se equilibra com justiça.
Assim, o pobre não tem motivos para acusar a Providencia, nem de invejar os ricos, e nem estes tem motivos para vangloriar-se do que se possuem.
Se abusam da riqueza, não será nem com decretos, nem com leis que limitem o supérfluo e o luxo, que se poderá remediar o mal.
As leis podem momentaneamente modificar o exterior, mas não o coração; eis porque essa lei tem apenas uma duração temporária, e são sempre seguidas de uma reação desenfreada.
A origem do mal está no egoísmo e no orgulho; os abusos de toda espécie cessarão por si mesmos, quando os homens deixarem-se reger pela lei da Caridade. (Capítulo 16, item 8 do Evangelho Segundo O Espiritismo – Allan Kardec)
terça-feira, 1 de outubro de 2013
16) Homenagem à Vera Roglio - A Consciência De Sua Missão - Soma De Talentos - maravilhosas mensagens... vale a pena assistir!
A Consciência De Sua Missão - Soma De Talentos -
maravilhosas mensagens... vale a pena assistir!
Homenagem à Vera Roglio
Rodrigo Schoenardie Roglio
PS: Minha mãe nos deixou no dia 21/09/2013, em Florianópolis, vitimada pelo seu terceiro câncer, no intestino. Deixa uma saudade dilacerante.
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